terça-feira, 30 de dezembro de 2014

domingo, 21 de dezembro de 2014


Bom Domingo 🌞🌞🌞
Quem não tiver filhos, mas tem afilhados, sobrinhos — amigos que tem filhos.... repasse essas msn sobre educação dos filhos....das crianças, adolescentes e ate mesmo adulto que precisam amadurecer....o futuro do  mundo depende deles para ter uma vida, um planeta melhor, mais saudável e em PAZ....

sábado, 20 de dezembro de 2014


🙏 Boa Tarde de sábado....
Curtir os filhos quem tem, ou......👪
os familiares .... 👬 ou... 👭 os amigos  do coração 💖 ...que são nossos  irmãos cósmicos  🌀 !!!!!!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Domingo com muita felicidade....
✨ Começando o Dia 🌞 através de uma especial matéria que recebi de uma especial  💖 pessoa....repasso para uma mais especial 🙌 pessoa ...que é VOCÊ 🙏

Resposta de uma pergunta que foi feita ao médico psiquiatra Roberto Shinyashiki, numa entrevista concedida por ele à revista "Isto É".
O entrevistador Camilo Vannuchi perguntou a ele:
- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki responde:
- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da Sociedade.
A primeira é:
- Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é:
-Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é:
-Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
-Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
‘Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional’.”
Que nenhuma loucura da vida se aproxime de vc e que seu principal objetivo seja ter uma vida plena com Deus.

✨ 🌞 💖  🙌  🙏 ✨
✨  NAMASTER  ✨

sábado, 22 de novembro de 2014

Pais, não gastem dinheiro dando " coisas" aos seus filhos. 
Dê—lhes de si mesmo, de seu tempo, de seu amor incondicional. Ensina—lhes as antiquadas virtudes de honestidade, caráter, integridade, fé, amor, lealdade, confiabilidade. Com esses ingredientes, seus filhos podem construir sua própria felicidade.

Passos para ação:

1— nesse fim de semana vou dedicar tempo com qualidade para as pessoas que amo.
2— nesse fim de semana me lembrarei de ensinar  as "virtudes antiquadas" através de meu exemplo positivo.

Fátima Myrrha PedagPsicoBioTerapeuta



segunda-feira, 27 de outubro de 2014


Queridas Pessoas,


Por favor leiam e reflitam… Meditem sobre o amor.

“Um dia, perguntaram para a um grande Mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação. E ele respondeu: um cachorro. Os discípulos surpresos, queriam saber o que havia acontecido e o mestre contou: Certa vez estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d’água.
Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida. O cachorro então fez uma cara de assustado e a imagem o imitou. Ele fez uma cara de bravo e a imagem o repetiu. Então ele fugiu de medo e ficou observando durante longo tempo a água. Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente.
Em um dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção a água, atirou-se nela e saciou sua sede.
Desde então, percebi que sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado. E ficava de longe, sonhando com este relacionamento que eu queria para mim.
Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando nos outros”.
Tenham coragem de AMAR e de se permitir serem amados.
Se atirem na poça e mergulhem no amor.

Com amor,

Tadashi Kadomoto

Boa semana....

sábado, 25 de outubro de 2014

Uma belíssima história.....

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó: Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.

Fátima Myrrha PedagPiscoBioTerapeuta